Coluna de férias #05


É pessoal, essa foi minha última semana de férias =/
No momento em que você está lendo isso, eu já estou trabalhando.
Essa semana eu estava preso a três jogos (geralmente jogo dois ou três ao mesmo tempo), confira quais:


Puppeteer
Kutaro, o protagonista sem-cabeça
Para variar, comprei o jogo em uma promoção na PSN, estava curioso para jogá-lo fazia um tempo. E me surpreendi demais com ele! Puppeteer é um jogo de plataforma 2D, contando uma história infantil. Os gráficos e vários elementos do jogo são diferentes do normal pois eles simulam como se tudo fosse uma peça de teatro! Não vou contar a história do jogo, mas sim sobre a jogabilidade, que é simples e precisa. Um pequeno problema é ter que jogar com dois personagens ao mesmo tempo se você for jogar sozinho, mas com o tempo você acostuma. Um detalhe que me incomodou um pouco é que o protagonista pode trocar de cabeças, conforme vai as encontrando pelas fases, mas isso é só uma questão de estética, já que elas não influenciam nas habilidades dele. 


A dublagem do jogo em português é excelente! A melhor dublagem que já vi em jogos. O gameplay do jogo é simples, e mesmo sendo um jogo de plataforma, ele não é enjoativo, pois a cada fase a jogabilidade se renova. As fases são de média duração, cheias de cut-scenes de história. É um jogo muito gostoso de jogar, com uma história muito simpática. Eu recomendo a todos!

General Tigre e o Rei Urso da Lua
  
One Piece: Kaizoku Musou 2


Eu já contei aqui a regra que a vida arduamente me ensinou em relação à jogos baseados em franquias de animes. Mas neste caso, o primeiro Kaizoku Musou foi muito bom na minha opinião, com gameplay legal e fases variadas contando não só com fases no estilo musou, mas com algumas fases plataformas muito legais, com certeza o melhor jogo de anime que já joguei. Tendo em mente o primeiro jogo, eu tinha muita expectativa em relação ao segundo. Acontece que o segundo é muito enjoativo. A história do jogo é própria, e somente tem as fases no estilo musou. Não gostei disso, o jogo perdeu o atrativo, ficou muito parecido com um jogo qualquer de musou, onde a única coisa que você faz é sentar o dedo no botão e derrotar hordas e hordas de inimigos burros que não se mexem e nem atacam. Uma pena! Devia ter me mantido na regra e não ter criado expectativa nenhuma para esse jogo. O jeito é voltar para o primeiro e tentar a platina ou então voltar para os Gigant Battle de DS.



Ni no Kuni: Wrath of the White Witch que trava-língua!

Oliver e Drippy
Mesmo não tendo mais tanta paciência para jogar RPGs, fazia muito tempo que queria jogar Ni no Kuni. Essa semana resolvi começar ele finalmente, e que jogo! Me surpreendi muito com ele. O sistema de batalha é simples, dinâmico e divertido! Pela primeira vez em um RPG eu me sinto obrigado a usar a opção de defesa, e eu adoro como o jogo te incentiva para usar. A história do jogo, até o momento é meio infantil e ainda está se desenvolvendo. Um detalhe interessante é que esse jogo é um Pokémon, pois tem um sistema inteiro de captura e treinamento de monstros, e inclui 250 monstros (coincidência? Eu acho que não) ao todo. É praticamente o que Pokémon seria se fosse lançado em um console. 

Mitey, o primeiro familiar que você consegue
Depois de evoluir seu primeiro monstro, aí já era, você é pego no mesmo vício de Pokémon (devo dizer que o modo de capturar monstros aqui é... ridículo). Além de você usar esses monstros, você mesmo pode entrar na briga e usar magia como em qualquer outro RPG, ou então cair na porrada mesmo. Uma mistureba, mas de fato muito boa! A trilha sonora é excelente, ambas as dublagens são boas (o jogo conta com áudio original japonês e dublado em inglês). Boa parte do jogo é só texto, eu acho que ele deveria ser totalmente dublado, pois convenhamos, é um jogo de PS3! O gráfico do jogo é lindo, e conta com várias animações feitas pelo estúdio Ghibli, que é responsável por animações aclamadas como A Viagem de Chihiro e O Castelo Animado. Eu totalmente recomendo, Ni no Kuni veio para dar um fôlego aos RPGs japoneses, veio para mostrar que sim, ainda há espaço para os RPGs japoneses no mercado ocidental.

Batalha

Olha, depois de jogar tantos jogos infantis, preciso de algo violento, muito violento, tô sentindo falta!

Muito obrigado à todos que acompanharam a Coluna de féfias!

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