Coluna de férias #02


Segunda semana de férias! É muito bom ficar em casa, descansando. Essa semana eu viajei e fiquei metade da semana fora, mas mesmo assim deu para jogar bastante!


Antes do prato principal, eu joguei um pouco do Assassin’s Creed III Liberation que havia comprado em uma promoção na loja da PSN (isso é uma tendência, sempre compro nas promoções e vou colocando na fila para jogar) no ano passado mas não havia nem aberto o jogo ainda. Resolvi ver qual era a dele, mas acabei não jogando muito, ele não me prendeu. O começo é diferente dos jogos canônicos, pegamos a história um pouco avançada, e a Aveline, personagem principal, já é uma assassina e já sabe o que fazer. Os gráficos são meia boca, não me impressionaram tanto, os controles continuam os mesmos de sempre. Uma novidade estranha é que a Aveline pode trocar de personalidade, assim ela ganha vantagens e desvantagens diferentes. O próprio jogo nos diz que a personalidade de escrava é a mais ágil e a única que pode alcançar os lugares mais altos, a dama pode seduzir os homens, e a assassina, bem, é a mais letal obviamente.


Depois de um tempo de espera, ACIV finalmente chegou, e não tenho jogado mais nada desde que o recebi. Ele me prendeu como poucos jogos conseguiram essa geração (The Last of Us, BioShock 1 e Infinite, Metal Gear Solid 4 entre alguns) e não pretendo jogar mais nada até terminar ele 100%.

COMO A VIDA DE PIRATA É BOA!


Assassin’s Creed até hoje era suportado por 3 alicerces no que se diz respeito ao gameplay: o parkour, o stealth e as missões de assassinato. O primeiro era praticamente só isso, e logo a Ubisoft tratou de adicionar algumas coisas a mais a partir do segundo, como as corridas de cavalo, as missões alternadas entre assassinato e uma variedade de coisas. No Brotherhood tivemos o modo multiplayer, tivemos as torres para acender, podíamos conquistar mais pessoas para a causa dos assassinos e para a liberação de Roma. No Revelations, ela tentou um game de tower-defense que não agradou, na verdade nada naquele game agradou, e ali foi que percebemos que os alicerces começaram a ruir. No terceiro jogo, eles acertaram em cheio ao colocar as missões navais, e eles perceberam isso, depois de 3 jogos com o mesmo assassino (Ezio Auditore da Firenze) a mudança foi brusca ao introduzirem ui o Connor Kenway. E nada no terceiro foi tão bom quanto os outros jogos: os lançamentos anuais prejudicaram muito a franquia, pois mal percebemos novidades nos novos em relação aos antigos. Eles sempre tentaram diversificar um pouco nos jogos, mas esses ‘minigames’ por assim dizer nunca fizeram parte do gameplay centrado no jogo, os alicerces. É por isso que ACIV sapateia lindo em cima dos outros, pois eles trouxeram a parte do navio do jogo anterior como a parte central do gameplay deste, um novo alicerce para fortalecer os outros. E ele é o melhor AC desde o Brotherhood.


Neste Assassin’s Creed a Ubisoft quebrou o próprio ritmo de jogo. Nele não ficamos presos tanto tempo no começo: logo nos dão a liberdade de navegar para onde quisermos; os tutoriais acontecem de forma natural, o protagonista logo nos é apresentado sem muita enrolação. O ‘assassino’ da vez é Edward Kenway, pai de Haytham e avô de Connor, e ele não tem o mínimo interesse na luta dos templários contra os assassinos (e nós também, depois de tanto tempo não ligamos mais para isso né), o único objetivo dele é conseguir dinheiro, como todo bom pirata. Esse jogo se difere muito dos demais porque a locomoção entre os lugares é feita pelo mar, de navio. E enquanto você está navegando você pode descer em qualquer ilha que avistar e descobrir novos lugares, pode caçar tubarões e baleias, pode destruir outros navios e saquear sua carga, você pode até lidar com caçadores de piratas. E eu te digo, isso tudo é muito divertido! A navegação é fluída, é muito gostoso navegar por ai. Nem joguei muito as missões de história ainda, pois há muito o que fazer no jogo, e entre elas eu sempre paro para fazer alguma coisa. Algo que eu gostei bastante é como esse jogo me lembra Far Cry 3. Cada ilha possui seu ecossistema, em cada uma existem animais diferentes e você precisa caçá-los para fazer melhorias para o Edward. Há muitos fortes espalhados e eles funcionam como as bases do Far Cry 3, você pode destruí-los e conquista-los, ganhando influência sobre uma pequena parte do mapa que ele cobre. Nas missões em terra firme tudo ocorre como sempre.


Sobre a história do presente, ela nos é detalhada depois de algum tempo jogando. Desta vez não é Desmond que revive a história de um antepassado, e sim uma pessoa diferente, que foi contratada por uma empresa (a Abstergo) que deseja fazer um filme sobre piratas, e deseja usar o material coletado no passado para isso. Sinceramente eu nem estava ligando muito para essa parte da história, e no começo ela nem parecia dar continuidade ao final de ACIII, mas depois de um tempo jogando eu percebi sim, ela dá continuidade mas eu não sei para onde ela vai. E nem ligo muito também, só quero navegar!


Essa semana o post funcionou mais para mostrar minhas impressões sobre ACIV. Semana que vem relatarei os jogos que joguei em viagem! Até lá!


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